Etnias de Jaraguá do Sul - Húngara
Alemã | Polonesa | Húngara | Negra | Italiana | Xokleng

 

Elaboração e compilação de dados feita por Ignácio Arendt, apoiada na bibliografia:

  1. Comunidade Húngara radicada no Brasil - Éva Piller - Artigo
  2. Bóglar, Lajos - Mundo Húngaro no Brasil


INTRODUÇÃO

A imigração húngara veio para o brasil, provenientes na sua maioria das regiões da Transilvânia e da Bácska. O maior contingente de imigrantes entrou pelo porto de Santos após a 1ª guerra mundial. Levando em consideração os vários fatores (religião, alfabetização e profissão). Estima-se o número de Imigrantes Húngaros no Brasil num total de 56.761 pessoas.
 

PRIMEIROS IMIGRANTES

Os imigrantes húngaros chegaram por volta de 1820 ao Estado do Rio Grande do Sul. O primeiro imigrante do qual se tem notícia foi Sándor Geduly, cujos descendentes preservam seus contatos com a pátria - mãe até hoje. Na mesma época veio Joséf Szél, o qual abriu uma fábrica de velas em Pelotas. Em 1872 chegaram outros ao RS, Félix Huhl, Imre Berta (serralheiro) da região de Szolnok e outros húngaros de Kaposvár. Podemos também citar a família dos Meskó vinda no final do século passado ao RS cujos pais tiveram 13 filhos.

O serviço de imigração mostra na tabela abaixo o número de imigrantes húngaros e seus passaportes com diferentes nacionalidades devido à situação política do Reino Austro-Húngaro da época...

Húngaros com passaporte Romeno Transilvânia 30.437
Húngaros com passaporte Tchecoslovaco Norte da Hungria 518
Húngaros com passaporte Iugoslavo Sul da Hungria 16.518
Húngaros com passaporte Austríaco Oeste da Hungria 2.742
Húngaros com passaporte Húngaro Hungria remanescente 6.501
Total de Imigrantes Húngaros 56.716



PRIMEIRA ETAPA
A IMIGRAÇÃO DOS HÚNGAROS DO DISTRITO DE VESZPRÉM


A imigração mais expressiva teve início em 1890 com destino ao Sul do Brasil. A maior parte desembarcou em Porto Alegre e alguns em Pelotas - RS. O primeiro povoado de maior número foi o de Satº Atônio da Patrulha - RS com 250 famílias.
Outras famílias foram para a colônia de Canta Galo - PR, um grupo dirigiu-se para a colônia do Garibaldi em Jaraguá do Sul - SC. Isto foi em 1891 quando estabeleceram-se em Jaraguá do sul, 200 famílias provindas do distrito de Veszprém e 30 famílias provindas de Székesfehérvár. Fixaram residência no lote 84 (hoje bairro Jaraguá 84), até o local onde construíram a Igreja Santo Estevão em 1922. Santo Estevão é o Padroeiro da Hungria.

Além das Igrejas em poucos anos já contavam com cinco escolas funcionando diariamente, onde se ensinava em alemão e mais tarde também em português. Quanto à língua, a maioria dos imigrantes húngaros vieram falando o Suábio (uma espécie de dialeto alemão). Outro fator é que com a 1ª Guerra Mundial, a correspondência entre os imigrantes e seus patrícios e parentes foi cortada desmanchando assim os velhos laços um após outro, causando um grande prejuízo cultural aos imigrantes e seus descendentes. (a preservação dos costumes e tradições é bem acentuada nos descendentes situados em São Paulo).

Registramos as famílias de José Scheuer, João Krumicker, José Reiser, Mathias Kleinhaus, João Fodi, Michel Graf, Anton Eichinger, Johann Panstein, Johann Horty, Josef Lescowicz, Emmerich Watzko, Emmerich Ruysann, João Trapp, dentre outros.
Georg Wolf estabeleceu-se no Jaraguazinho em 1891. De acordo com pesquisas realizadas em novembro de 2001, Jaraguá do Sul tem em torno de 4% de descendentes Húngaros.

Muitos nomes dos primeiros imigrantes podem ser encontrados nas listas que hoje estão no Arquivo Histórico Municipal de Jaraguá do Sul.

Por exemplo, a 1ª leva, vindos no navio Hannover que saiu do porto de Antuerpia (Bélgica), embarcaram no dia 20 de maio de 1891 chegando ao Brasil em junho de 1891 organizados pela Cia. Hanseática de Colonização as seguintes famílias:

  • Einchinger Anton, Ersching Anton
  • Finta Franz , Fodi João
  • Graf Micchel , Gatscher Michel
  • Henn Felix , Horty Johan
  • Horongoso Anton , Hruschka Franz
  • Kitzberger Jacob , Kleinhaus Mathias
  • Krumicker João , Leskowicz Josef
  • Leier Josef , Leitholdt Peter
  • Panstein Johan, Pinter Franz Sênior
  • Peng Lorenz , Reiser José
  • Ruysam Emerich , Scheler Franz
  • Scheuer José, Stenger Emerich
  • Schmidt Gaspar , Schwartz Anton
  • Stahl Balthazar
  • Steinmacher
  • Steindel Andréas
  • Steierlen Josef
  • Trap João,
  • Watzko Emerich
  • Wasch
  • Wolf Georg Sênior

Estes são alguns nomes dos primeiros imigrantes...


SEGUNDA ETAPA
IMIGRANTES ENTRE AS DUAS GUERRAS

Um segundo grupo de imigrantes húngaros chegou ao Brasil entre 1920 e 1929, depois da Iª Guerra Mundial, proveniente dos territórios desmembrados da Hungria pelo Tratado de Paz de Trianon, estabelecido em 1920 na França. Devido a ameaça do nazismo, vieram várias famílias de judeus húngaros. Eram intelectuais, médicos, advogados, engenheiros, entre outros. Tornaram-se empresários, comerciantes de sucesso, principalmente na cidade de São Paulo. Foram esses que fundaram em 1926 a Associação Húngara Auxiliadora do Brasil (SP). Ergueram em 1934 a Igreja Católica Apostólica Romana "Santo Estevão" (Vila Anastácio - SP) e a Igreja Calvinista (Lapa - SP) em 1936.

Se considerarmos os imigrantes que tinham passaportes húngaros e foram registrados no Brasil como húngaros (6.501) mais os imigrantes húngaros com passaportes não-húngaros e registrados no Brasil como Romenos, Iugoslavos, Tchecoslovacos e Austríacos (50.215) teremos um total de 56.716 imigrantes húngaros, conforme discriminação abaixo:

Cidadão "Húngaro" de etnia húngara 6.501
Cidadão "Romeno" de etnia húngara da Transilvânia 30.437
Cidadão "Eslovaco" de etnia húngara do Norte da Hungria 518
Cidadão "Iugoslavo" de etnia húngara do Sul da Hungria 16.518
Cidadão "Austríaco" de etnia húngara do Oeste da Hungria 2.742


(Dados recolhidos no Memorial dos Imigrantes e em outras fontes)


TERCEIRA ETAPA
IMIGRANTES DA II GUERRA MUNDIAL

Esse grupo chegou a partir de 1945. Eram na maioria militares, oficiais, profissionais liberais. Fugiam da guerra ou da ocupação militar soviética e do regime comunista imposto pela União Soviética. Aprenderam a língua portuguesa, revalidaram seus diplomas, abriram firmas, pequenas fábricas, consultórios e começaram assim a sua nova vida.


QUARTA ETAPA
IMIGRANTES DA REVOLUÇÃO HÚNGARA

O último grande grupo de imigrantes húngaros chegou ao Brasil, após o malogrado levante popular contra a ocupação soviética de 1956. Estes últimos imigrantes, constituídos principalmente de famílias jovens com formação universitária ou técnica, se fixaram quase que exclusivamente na cidade de São Paulo e conseguiram uma rápida adaptação na sociedade brasileira integrando-se rapidamente à comunidade húngara, graças também ao trabalho desenvolvido pela Associação de São Paulo que muito fez por aqueles refugiados.

Grupo de húngaros logo após o desembarque. Santos (SP), 1957 - Fonte: Memorial do Imigrante


PRESENÇA HISTÓRICA DE HÚNGAROS NO BRASIL

Varga János, foi o primeiro húngaro a pisar em terras brasileiras (13 de dezembro, 1519) no Rio de Janeiro. Varga servia como artilheiro em um dos navios da Expedição de circunavegação do globo de Fernão de Magalhães.

Ignác Szentmártonyi e János Szluha matemáticos e astrônomos, chegaram em 1749 a convite do Rei Dom João V. para participar de uma expedição para rever as fronteiras, pois a decisão do Tratado de Tordesilhas não satisfazia a corte de Portugal.

Dávid Fáy e József Kayling, missionários, chegaram no ano de 1753 para catequizar os índios no Maranhão. Foram deportados e encarcerados pelo Marquês de Pombal.

János Zakarjas e Ferenc Xavier Éder, de passagem, fizeram as primeiras anotações sobre o Brasil.

Os dois irmãos Hofbauer chegam por volta de 1810, estabelecendo-se em Itapetininga. Mais tarde adotam o nome Hungria, tornando-se os ancestrais dessa grande família.

O conde Miklós Pálffy chega em 1817 comandando o corpo de guarda da Princesa Leopoldina de Habsburgo, noiva de Dom Pedro I, chegando da Áustria.

Os irmãos Dániel e József Vámosy, desembarcam no Rio de Janeiro em 1828. São os fundadores das famílias Wamosy do Rio de Janeiro e da cidade de Uruguaiana. Alceu Wamosy, um dos mais representativos poetas da lira brasileira do início do século, orgulho do Rio Grande do Sul, é um de seus descendentes.

Károly Kornis, jurista e historiador, um dos oficiais da luta pela independência dos húngaros contra o Império Habsburgo (1848-1849) deixou a Hungria após a derrota dos patriotas húngaros, e chegou ao Brasil no ano de 1854. Abriu uma oficina de daguerreótipo - fotografia da época. Chegou a ser fotógrafo oficial da Corte e fotografou Dom Pedro II e a família imperial. Mais tarde (já falando a língua portuguesa) atuou como professor jurisconsultor de representações diplomáticas estrangeiras no Brasil. Defendeu os direitos de colonos, importou vinhos húngaros, foi autor de inúmeros trabalhos jurídicos, estudos e livros sobre o ensino do latim no Brasil e o casamento civil.

João Décsy, outro oficial, capitão do exército húngaro na luta pela independência dos anos 1848-1849. Veio para o Brasil e em 1854 começou a atuar como professor em Petrópolis e Espírito Santo. Em 1864 atuou na comissão de recrutamento em São Paulo. Juntou-se ao exército em operações no Paraguai em 1866. Tornou-se presidente da colônia de Itajaí em 1877.

István Szendröi Geöcze, seguidor de Garibaldi, chegou ao Brasil no ano de 1864. Encantado com as belezas naturais do Brasil, com a riqueza do seu folclore e também com a mentalidade do povo brasileiro, escreve um livro que será o primeiro livro sobre o Brasil em língua húngara.

Lajos Mátyás Majlaszky, engenheiro, chegou em 1868. Foi o fundador e construtor da Estrada de Ferro de Sorocaba. Recebeu mais tarde o título de Visconde de Sapucahy e uma das estações da ferrovia recebeu o seu nome.

István Zolscák *1921 - +2006 Imigrou para o Brasil em 1957 tornando-se um grande empresário e defensor da cultura Húngara no Brasil.

Já em 1933, de acordo com uma nota publicada no Délamerikai Magyar Hírlap (Periódico Húngaro da América do Sul) edição do dia 15 de junho, estimava-se que o número de imigrantes húngaros no Brasil era de 150.000, sendo 30.000 radicados em São Paulo.


ESCRITOS HÚNGAROS

A comunidade de São Paulo mantem publicações próprias, como o "HIRADÓ" (Informativo Periódico da Associação Beneficente "30 de Setembro"), a "Página Brasileira" ("Délamerikai Magyar Hirlap" - http://www.hhrf.org/dmh/) e o Periódico Húngaro Sulamericano (editado em Buenos Aires, Argentina). Acesse por exemplo o site: http://www.ahungara.org.br/admin/upload/hirados/HIRADO%20PORTUGUES%2018.pdf para ver algumas notícias das atividades desenvolvidas pelos descendentes de Húngaros.


COSTUMES E COMPORTAMENTOS HÚNGAROS

"O húngaro não somente pelos seus conhecimentos profissionais, vontade de trabalho, mas sobretudo pela capacidade de adaptação fácil, contribui com a fusão que aqui se realiza". (Honório de Sylos - Presidente da união de Imprensa de São Paulo).

É pouco provável que permitam uma diluição fácil (Alfredo Ellis Junior - Populações paulistas - p225-226), falando do espírito comunitário conservador que reina entre os descendentes.
Alfredo Ellis acrescenta que, entre os húngaros, é a mulher que se casa com brasileiro ou com homem estrangeiro. Enquanto que o homem magyar é conservador e casa-se geralmente com uma húngara. Assim o citado etnólogo constata que dos casamentos húngaros 51% realizou-se entre húngaros, 18% com brasileiros e 26,9% com outras nacionalidades.


SOBRE AS LEMBRANÇAS ETNOLÓGICAS

As roupas típicas trazidas da Hungria foram se acabando e principalmente os homens substituíam-nas por roupas que podiam obter de acordo com suas condições e sobretudo adaptadas ao seu trabalho a ao clima daqui.
Quanto às mulheres, estas apegavam-se mais às roupas típicas da pátria. Continuavam usando seus lenços na cabeça, corpetes e saias compridas muito franzidas. Os Grupos folclóricos procuram manter os trajes típicos em suas danças.


QUANTO AOS COSTUMES POPULARES

  • Borrifar as moças com água de colônia durante a Páscoa;
  • Saudações cantadas no ano novo e nos aniversários;
  • Serenatas sob os alpendres dos casarões;
  • Jogos dos pastores de Belém;
  • Pedido costumeiro para noivar com a moça;
  • Casamentos típicos com cerimonial inteiro, fitas coloridas, padrinhos enfeitados e damas de honra;
  • Construções preservando o estilo da pátria com oleandros nos jardins e gerânios na janela.

A maioria destes costumes desapareceu devido à modernização e ao sincretismo das culturas. As comunidades que no início mantinham se distantes das demais culturas criavam um ambiente propício para a preservação de costumes e tradições...


DANÇAS FOLCLÓRICAS HÚNGARAS

Uma das formas de alegrar os momentos difíceis do início da colonização foi a preservação dos cantos e das músicas que eram tocadas nas pequenas reuniões após a missa ou mesmo nas casas onde recordavam os bons tempos da pátria-mãe.
Os húngaros lembram muito bem da dança Csárdás, onde todos divertiam-se ao som dos violinos da rabeca e do bumbo.
Hoje após tantos anos da imigração muitos grupos folclóricos com seus trajes típicos buscam manter através da dança os vários gêneros de músicas.

Grupos musicais de São Paulo:

  • Coral Béla Bartók
  • Trio Folclórico "Válaszút"
  • Grupo de Danças Folclóricas Húngaras "Pántlika" (fundada em 1968)
  • Grupo de Danças Folclóricas Húngaras "Zrinyi" (fundada em 1981)
  • Grupo de Danças Folclóricas Húngaras "Sarkantyú" (1988)
  • Grupo folcórico " Dunántúl." de Jaraguá do Sul.
     

ALGUNS EXEMPLOS DE DANÇA FOLCLÓRICA HUNGARA

a) Dunántúli Ugrós (Pulos da Transilvânia), é caracterizado pelo Csárdás, e o elemento básico são os passos pulados;
b) Dunántúli Üvegestánc (Dança das Garrafas), com as garrafas de vinho na cabeça dançam enquanto equilibram as garrafas exibindo-se para os homens na sua perícia;
c) Szanyi Táncok (Dança de Szany), aldeia próxima da fronteira com a Áustria;
d) Kalotaszegi Tánc (Dança de Kalotaszeg), da região da Transilvânia, onde os rapazes convocados pelo sargento demonstram seu talento e virtuosismo, nesta dança as moças participam exibindo seus trajes;
e) Dunántúli Botoló (Dança dos Cajados), é a dança dos pastores da Transdanúbia;
f) Galgamenti Karikázó (Dança de Roda de Galgament), são danças femininas de roda, sobretudo executadas no nordeste da Hungria;
g) Zempléni Váltánc (Dança de Roda), onde quem se diverte são as crianças;
h) Sönhi tanköc (Dança da Região), de Rabook próximo a fronteira da Ádtria;
i) Sóvidéki begényes és páros (Dança de Recrutamento e Csárdás de Sóvidék);
j) Szatmári verbenk és csárdás (Danças de Szamár).

Obs: Jaraguá do Sul tem sue grupo folclórico! Dunantúl o qual apresentou-se inclusive na própria Hungria. O trabalho dos Húngaros quanto ao resgate cultural em nossa cidade, é desenvolvido sobretudo em torno deste grupo.


ARTESANATO HÚNGARO

A expressão do artesanato húngaro é pouco conhecida dos descendentes de imigrantes aqui no Brasil, sobretudo dos que moram em Jaraguá do Sul - SC e Santo Antonio da Patrulha - RS. É mais expressivo nos descendentes de Húngaros da comunidade de São Paulo.
A seguir alguns exemplos do Artesanato Húngaro:

  • Odres - Couro trabalhado;
  • Hímestojások - Pintura em ovos;
  • Nádudvari és mohácsi fazekasmunkák - Potes e louças de barro de Nádudyar e Mohács;
  • Magyar csipkék - Trabalhos em crochet;
  • A főkötők szine jelzi a viselő életkorát - A cor das roupas indica a idade de quem veste.



PRESERVAÇÃO CULTURAL
FILME CULTURAL

"Um Passaporte Húngaro" (2002), da diretora Sandra Kogut, traz em filme todas dificuldades que ela enfrentou para obter a nacionalidade húngara. Proveniente de uma família judaica de origem húngara, fez uma profunda pesquisa para descobrir seus laços familiares naquele país. O resultado é um painel da história da imigração húngara no Brasil. Maiores informações sobre a Mostra BR no site: http://www.mostra.org.


A LÍNGUA HÚNGARA

 Isten Titeket, (Deus trouxe vocês) = Sejam bem vindos é uma expressão usual. http://www.personal.psu.edu/faculty/a/d/adr10/hungarian.html, neste site você encontrará um breve curso: Húngaro/Inglês, desde o alfabeto até frases formais e informais que poderão lhe ajudar. Egeszegere = Saúde
 

TRAJES TÍPICOS

Os bordados e as cores dos trajes típicos húngaros (magyar folklór visele), são de uma beleza inigualável. O folclore húngaro contem muitos elementos da cultura cigana. Sofreram grande influência dos povos vizinhos principalmente dos Eslavos e Germânicos e Romenos.


Riqueza de um traje típico zur




Trajes típicos húngaros



 

Dança com trajes típicos húngaros.
Duna Art Ensemble, com uma tradição de mais de 40 anos, é um dos grupos profissionais mais populares da Hungria.
 

 


Traje típico numa dança de roda com os lenços

 

Traje típico do grupo folclórico pántlika de São Paulo

 

Traje típico na dança das garrafas na cabeça

 

Dança das garrafas (em detalhe)

 

Traje típico Magyar





    

Município de Jaraguá do Sul - SC - CNPJ: 83.102.459/0001-23 - Rua Walter Marquardt, 1111 - Barra do Rio Molha - 89259-565 - Caixa Postal 421 - Fone: (047) 2106-8000