Museu Emílio da Silva - Apresentação

ESTADO DE SANTA CATARINA
PREFEITURA DE JARAGUÁ DO SUL 
FUNDAÇÃO CULTURAL DE JARAGUÁ DO SUL - FC

Museu Histórico de Jaraguá do Sul Emílio da Silva
Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, 247 - Praça Ângelo Piazera - Bairro: Centro - CEP: 89251-700 - Jaraguá do Sul - SC
Fone: 47) 3371-8346
Horário de atendimento:   Segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13 as 16h30 e
                                      sabado, das 9 às 12 horas.
E-mail: museuhistorico@jaraguadosul.sc.gov.br


Missão

O MHES é uma instituição sem fins lucrativos, vinculada à Fundação Cultural, cuja principal mantenedora é a Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul. Tem como missão institucional  salvaguardar o patrimônio museal desenvolvendo ações de preservação, pesquisa e estudos, estimulando a releitura crítica das coleções de valor histórico, artístico e científico e promover o desenvolvimento de projetos culturais, a fim de conhecer o passado, compreender o presente e construir o futuro da sociedade.

 
Organograma





Histórico

A história do nosso município é narrada  por um dos viés do marco referencial da abertura do traçado da Estrada Blumenau – Jaraguá, pelo engenheiro Emílio Odebrecht, pelo Morro Rio da Luz,  em 1864, que recebeu a via o nome de Passo Concórdia.
Assim, a região sul do município foi a primeira a ser mapeada para a venda dos lotes de terras e a instalação de um núcleo de colonização ligada aos pomeranos alemães e suecos.
Passado mais de um século, o Senhor Eugênio Victor Schmöckel,  pomerano brasileiro, na qualidade de prefeito em exercício, criou coletivamente, pela Lei nº 321, de 08 de agosto de 1971, a Biblioteca Pública, Arquivo Público e o Museu Histórico.
Todavia, o Senhor Eugênio Strebe, em 1976, no ano do centenário, renovou e editou uma nova Lei, a nº 633 de 29 de setembro, com uma nova redação: Museu Municipal “Jaraguaense”.
O pensamento da autoridade municipal à época era de atender a expectativa de organizar um espaço público e musealizado, com as coleções de fotos e objetos recolhidos por ocasião da mostra expositiva dos festejos dos 100 anos de fundação do município.
A mostra histórico-cultural foi coordenada pelo Senhor Dietrich Hufnussller, que recorreu aos senhores Emílio da Silva e Amadeus Mahfud. Assim, os mesmos foram encarregados de reunir e expor, em local público, os pertences dos moradores do município, como objetos e fotografias de época que representassem a memória e a identidade da cidade.
Mas, o acervo coletado no ano do Centenário ficou 12 anos guardado num depósito aguardando uma decisão política.
Na gestão de 1983 a 1989, Vasel, através do professor Balduino Raulino,  iniciaram uma nova fase na administração pública do município, focando novos conceitos que priorizam a defesa do legado cultural do imigrante e do colonizador.
Nesta perspectiva, em 1988,  foi editada uma nova lei municipal que designou Emílio da Silva o patrono da entidade museal. Além disso, foi escolhida uma edificação de relevância cultural e social,  o prédio da estação ferroviária, para instalação das coleções que enalteceriam a evolução e o desenvolvimento da fase da colônia, distrito e a criação do município de Jaraguá.
Na década de 90, o processo de construção de valorização histórico-cultural, considerando o referencial do patrimônio étnico ligado aos afros brasileiros, alemães, pomeranos, húngaros, suábios, hunsrick, alemães, trentinos, italianos, poloneses, lusos, etc entrou em colapso, pois o Museu Municipal “Emílio da Silva” encerrou as atividades para redefinir sua missão e proposta expográfica.
Todavia, no inicio do terceiro milênio ressurgiu um novo movimento patrimonial de memória, em defesa da ocupação do prédio da antiga prefeitura municipal, na Praça Angelo Piazera, para a instalação do Museu Histórico “Emílio da Silva”.
Sendo o prefeito Irineu Pasold reeleito para o quadriênio 2001 a 2004,  priorizou na sua gestão  a meta de reabrir o Museu Histórico (MHES) “Emílio da Silva” para atender as reivindicações da comunidade que aspirava um espaço para difusão de memória e  história da cidade, visando agregar valores culturais aos produtos das nossas indústrias.
Assim, Pasold editou a Lei nº 2.826 de 30 de maio 2001, a qual passou a constar como: Museu Histórico de Jaraguá do Sul “Emílio da Silva”.Porém, a ação pública não se restringiu a esse ato. Assim, em 19 de novembro daquele mesmo ano eram inauguradas as instalações do MHES para o deleite dos munícipes, como espaço de difusão de museológica e de Ação Educativa em museu.
Portanto, a mais de uma década, o MHES tem potencializado os elementos de historicidade em ambiente expográfico, cujos espaços, salas e nichos temáticos  tem contribuído para uma leitura crítica da realidade, produção de conhecimentos, bem como o local se transformou num ponto de sociabilidade memorial e turística.


Descrição física do prédio do Museu Histórico Emílio da Silva

O Museu Histórico de Jaraguá "Emilio da Silva", esta localizado na Rua Marechal Deodoro da Fonseca, nº 247, no Centro de Jaraguá do Sul e tem a seguinte descrição: Trata-se de um edifício de grandes dimensões para os padrões da arquitetura tradicional.
Está edificado em dois pavimentos em alvenaria de tijólos autoportantes e caracteriza-se pelas linhas retas, presentes em todos os detalhes do projeto. A composição é formada por três blocos colocados em primeiro plano, interligados por outros dois, ligeiramente recuados em relação ao plano da fachada. A fachada é perfeitamente simétrica, desenvolvendo-se em torno do bloco central do edifício, onde está o hall principal encimado por seqüência de três janelas.
Estas aberturas centrais são também recuadas de modo a valorizar a portada que está protegida por pequena marquise sobre a qual estão os mastros das bandeiras. A marca mais forte do edifício está no agrupamento das janelas, prolongando as ombreiras que se unem através de pilares que interligam os dois pavimentos, juntando peitoris e vergas em um único painel que se distingue da parede por pequeno recuo ou principalmente pela delimitação de cada grupo de janelas por marquise e peitoril que unem grupos de três janelas em cada pavimento nos blocos situados em primeiro plano e de duas janelas nos dois volumes recuados da linha da fachada. Estas linhas horizontais são complementadas por curiosas marquises curtas situadas nas extremidades do edifício, como se fossem capitéis de colunas inexistentes. Não estão marcados os cunhais nem a platibanda, que é formada pelo prolongamento da parede e dotada apenas de pequeno friso no tope.
O telhado não é visível. As elevações laterais repetem, com menos requintes, as soluções gerais da fachada principal. Todo edifício está assentado sobre base que se destaca ligeiramente do plano das paredes. Devem-se destacar as praças fronteiras ao prédio, que o distingue e valoriza a sua inserção na malha urbana.

  • Piso superior: 556,46m²
  • Sotão: 556,46m²
  • Piso: 556,46m²
  • Total da área física: 1.669,38m²


Decreto nº 9.018 de 05/12/2012 - Homologa Tombamento do Prédio.


Antiga Prefeitura



 

Município de Jaraguá do Sul - SC - CNPJ: 83.102.459/0001-23 - Rua Walter Marquardt, 1111 - Barra do Rio Molha - 89259-565 - Caixa Postal 421 - Fone: (047) 2106-8000